sábado, 12 de março de 2011

Apresentação do Blog

             Esse espaço foi criado para possibilitar a  interação entre os alunos da disciplina Plantas Ornamentais e Paisagismo (UFJF), botânicos, arquitetos, paisagistas e pessoas que gostam e tenham afinidade por plantas ornamentais e pelo paisagismo.
             Sintam-se à vontade para incluir novas plantas, questionar e interagir!
             O material disponível aqui é fruto de aprofundado levantamento bibliográfico, por isso é proveniente de artigos de revistas, livros, sites e jornais minuciosamente selecionados que tratam do assunto foco deste blog.
              Espero ajudar a interpretar melhor o modo de vida das plantas que enfeitam e alegram nossa vida, para que possamos valorizar ainda mais sua beleza!

Foto: Ana Cris Atala

                Acima temos exemplares de Agave polvo (nome popular) encontradas em Inhotim (MG). A foto foi obtida em novembro de 2010 em viagem Técnica realizada com alunos da disciplina Plantas Ornamentais e Paisagismo.
                  As Agaves são originárias sobretudo do México, algumas dos Estados Unidos, América Central e América do Sul. Existem, aproximadamente, 183 espécies de Agave, dentre as quais podemos destacar a Agave produtora de Sisal,   Agave da qual se faz a tequila e muitas outras de valor ornamental.
               A beleza das Agave é mais valorizada quando ornamenta jardins tropicais e geométricos. São plantas muito rústicas, exigem pouco tratamento do solo, como adubação e irrigação. Se adaptam bem em locais de clima seco, entremeadas entre pedras e pedriscos.
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Plantas ornamentais utilizadas em paisagismo

                  As plantas ornamentais podem se divididas em grupos conforme seu aspecto morfológico e hábito de crescimento.
                    De acordo com essa classificação as plantas podem se divididas em:

  • Forrações
                Constituem um grupo de plantas herbáceas, de pequeno porte e que são utilizadas em paisagismo para: fazer o acabamento nos jardins, em composição com espécies de porte maior; revestimento do solo evitando a ocorrência de áreas nuas, as quais podem sofrer com erosão ou ainda serem motivo de poeira ou lama; quebrar a monotonia dos gramados, utilizando-as intercaladas a estes; recobrimento do solo em locais onde há a impossibilidade de uso de gramas; manter a umidade do solo; evitar a incidência de plantas invasoras (plantas daninhas);
                O hábito de crescimento pode ser horizontal ou vertical, dependendo da espécie.
                As espécies classificadas como forrações não são resistentes ao pisoteio e neste grupo incluem-se as FLORÍFERAS e aquelas ornamentam pela FOLHAGEM. As forrações podem ser adaptadas a locais com incidência de sol pleno, meia sombre, sombra e até obscuridade.
     Foto: Ana Cris Atala